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“A vida solitária, silenciosa, dissipa a cortina de fumaça das palavras que o homem insere entre a mente e as coisas. Na solidão, permanecemos frente a frente com o ser nu das coisas. No entanto, descobrimos que a nudez da realidade, que temíamos, não é motivo de terror nem de vergonha. Está envolta na amável comunhão do silêncio, e esse silêncio está relacionado com o amor.”

Thoughts in Solitude, de Thomas Merton
(Farrar, Straus and Giroux Publishers, New York), 1958. p. 82
No Brasil: Na liberdade da solidão, (Editora Vozes, Petrópolis), 2001. p. 68

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Esta é de Timothy Radcliffe OP, na página 149 de “Ir à Igreja porquê?”:

Estava um avião prestes a despenhar-se e alguém gritou: «Por amor de Deus, que alguém faça algo de religioso». E, logo, um católico saltou e fez uma colecta.

lida aqui!

“Se as crianças vivem com críticas, aprendem a condenar.
Se as crianças vivem com hostilidade, aprendem a ser agressivas.
Se as crianças vivem com medo, aprendem a ser apreensivas.
Se as crianças vivem com pena, aprendem a sentir pena de si próprias.
Se as crianças vivem com o ridículo, aprendem a ser tímidas.
Se as crianças vivem com inveja, aprendem a ser invejosas.
Se as crianças vivem com vergonha, aprendem a sentir-se culpadas.
Se as crianças vivem com encorajamento, aprendem a ser confiantes.
Se as crianças vivem com tolerância, aprendem a ser pacientes.
Se as crianças vivem com elogios, aprendem a apreciar.
Se as crianças vivem com aceitação, aprendem a amar.
Se as crianças vivem com aprovação, aprendem a gostar de si próprias.
Se as crianças vivem com reconhecimento, aprendem que é bom ter um objectivo.
Se as crianças vivem com partilha, aprendem a ser generosas.
Se as crianças vivem com honestidade, aprendem a ser verdadeiras.
Se as crianças vivem com justiça, aprendem a ser justas.
Se as crianças vivem com amabilidade e consideração, aprendem o que é respeito.
Se as crianças vivem com segurança, aprendem a confiar em si próprias e naqueles que as rodeiam.
Se as crianças vivem com amizade, aprendem que o mundo é um lugar bom para se viver.”

Dorothy Law Nolte in As Crianças Aprendem O Que Vivem: Como Incutir Valores Aos Seus Filhos

Querido Filho,
Sabias que desde sempre quis estar contigo como estamos agora?
Não te lembras de todos os mimos que recebeste dos teus pais?
E da confiança que tinhas neles? Aí, estava Eu a amar-te!
Lembras-te daquele amigo tão especial, daquela pessoa a quem podias contar os teus problemas? Também aí, estava Eu a compreender-te e a amar-te.
Há pessoas que são um bocado chatas, outras são divertidas, outras são alegres. De Mim podes dizer que sou amor, e tudo o que é amor procede de Mim. Por isso, cada gesto de amor que recebeste na tua vida, recebeste-o de mim.
Agora, finalmente estamos aqui os dois perto um do outro, mais perto do que nunca. Começarás agora a perceber que a intimidade e a amizade que o teu coração procura é muito maior do que qualquer pessoa te pode dar?
O que é que os outros sabem de ti? Dos teus medos? Dos teus receios? Das tuas perguntas? Das tuas dúvidas? Oque é que podem fazer os outros quando há coisas dentro de ti que tu mesmo não sabes expressar? Continuar a ler

DALAI LAMA disse “é indiscutível que a nossa felicidade está intimamente ligada à felicidade dos outros. É indiscutível que, se a sociedade sofre, nós também sofremos. É indiscutível, ainda, que, quanto mais temos o coração e o espírito perturbados pela malevolência, mais sofremos. Podemos rejeitar tudo o mais: a religião, a ideologia e todo o conhecimento recebido. Mas não podemos escapar à necessidade do amor e da compaixão.
Esta é a minha verdadeira religião, a minha fé mais simples. Neste sentido, não é preciso templo ou igreja, mesquita ou sinagoga; não é precisa filosofia complicada, uma doutrina ou um dogma. O nosso coração, o nosso espírito é o templo. A doutrina é a compaixão. O amor pelos outros – quaisquer que sejam e o que quer que façam – e o respeito pelos seus direitos e pela sua dignidade são, em última análise, tudo quanto precisamos.
Se praticarmos isto na vida diária, desde que tenhamos compaixão pelos outros e controlemos a nossa conduta com base no sentido de responsabilidade, seremos felizes”.