“A vida solitária, silenciosa, dissipa a cortina de fumaça das palavras que o homem insere entre a mente e as coisas. Na solidão, permanecemos frente a frente com o ser nu das coisas. No entanto, descobrimos que a nudez da realidade, que temíamos, não é motivo de terror nem de vergonha. Está envolta na amável comunhão do silêncio, e esse silêncio está relacionado com o amor.”

Thoughts in Solitude, de Thomas Merton
(Farrar, Straus and Giroux Publishers, New York), 1958. p. 82
No Brasil: Na liberdade da solidão, (Editora Vozes, Petrópolis), 2001. p. 68