[…] educar é crer na perfectibilidade humana, na capacidade inata de aprender e no desejo de saber que a anima, no haver coisas (símbolos, técnicas, valores, memórias, factos, …) que podem ser sabidos e que merecem sê-lo, na possibilidade de nos podermos – nós, os homens – melhorar uns aos outros por intermédio do conhecimento.

O valor de educar, o valor de instruir, p. 12

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